Prof. Hippolyte Léon Denizard Rivail

Nosso Maior Revolucion√°rio !!!

O Codificador

Allan Kardec !!!

Conforme o seu pr√≥prio depoimento, publicado em Obras P√≥stumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fen√īmeno das “mesas girantes”, bastante difundido √† √©poca, atrav√©s do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita aten√ß√£o ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Apenas em maio de 1855 sua curiosidade se voltou efetivamente para as mesas, quando come√ßou a frequentar tais reuni√Ķes.

Durante este per√≠odo, tamb√©m tomou conhecimento da psicografia. Ele ent√£o teria tido contato como um “esp√≠rito familiar”, que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseud√īnimo “Allan Kardec” foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na regi√£o da G√°lia (atual Fran√ßa).[1][9][10]

A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação.
‚ÄĒ Allan Kardec[11]
Convencendo-se de que o movimento e as respostas complexas das mesas deviam-se à intervenção dos supostos espíritos, Kardec dedicou-se à estruturação de uma proposta de compreensão da realidade baseada na necessidade de integração entre os conhecimentos científicos, filosóficos e moral, com o objetivo de lançar sobre o real um olhar que não negligenciasse nem o imperativo da investigação empírica na construção do conhecimento, nem a dimensão espiritual e interior do homem.

Como meio de elabora√ß√£o, o Espiritismo procede exatamente da mesma forma que as ci√™ncias positivas, aplicando o m√©todo experimental. Fatos novos se apresentam, que n√£o podem ser explicados pelas leis conhecidas; ele os observa, compara, analisa e, remontando dos efeitos √†s causas, chega √† lei que os rege; depois, deduz-lhes as consequ√™ncias e busca as aplica√ß√Ķes √ļteis. N√£o estabeleceu nenhuma teoria preconcebida; assim, n√£o apresentou como hip√≥teses a exist√™ncia e a interven√ß√£o dos Esp√≠ritos, nem o perisp√≠rito, nem a reencarna√ß√£o, nem qualquer dos princ√≠pios da doutrina; concluiu pela exist√™ncia dos Esp√≠ritos, quando essa exist√™ncia ressaltou evidente da observa√ß√£o dos fatos, procedendo de igual maneira quanto aos outros princ√≠pios. N√£o foram os fatos que vieram a posteriori confirmar a teoria: a teoria √© que veio subsequentemente explicar e resumir os fatos. √Č, pois, rigorosamente exato dizer-se que o Espiritismo √© uma ci√™ncia de observa√ß√£o e n√£o produto da imagina√ß√£o. As ci√™ncias s√≥ fizeram progressos importantes depois que seus estudos se basearam sobre o m√©todo experimental; at√© ent√£o, acreditou-se que esse m√©todo tamb√©m s√≥ era aplic√°vel √† mat√©ria, ao passo que o √© tamb√©m √†s coisas metaf√≠sicas
‚ÄĒ Allan Kardec[12]
Tendo iniciado a publicação das obras de Codificação em 18 de abril de 1857, quando veio à luz O Livro dos Espíritos, considerado como o marco de fundação do Espiritismo, após o lançamento da Revista Espírita (1 de janeiro de 1858), Kardec fundou, nesse mesmo ano, a primeira sociedade espírita regularmente constituída, com o nome de Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas.

Fonte e mais conte√ļdo : https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec

Allan Kardec e/ou
Prof. Hippolyte Léon Denizard Rivail

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